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Arte e quebra-cabeça anti-stress para adultos

Li no Conexão Paris uma notícia interessante. Como os livros para colorir tem alcançado um novo público: os adultos. Os livros são usados como uma forma de aliviar o stress.
Pintar, escolher as cores, concentrar-se em uma atividade lúdica, faz com que os adultos esqueçam os problemas do dia a dia, além de remetê-los aos tempos de criança, tempos de poucas responsabilidades (pelo menos deveriam ser) e preocupações.

No Brasil achei uma bonita opção, o Jardim Secreto.
Procurei na Saraiva o livro e não encontrei, pela internet está disponivel.

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A cor da capa não é a cor original, eu pintei de rosa!!

O post do Conexão apresenta várias editoras com esta proposta e seus respectivos livros para colorir. Para ler o artigo clique aqui.

Nas opçōes um livro de Beatriz Milhazes da Fundação Cartier.

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Estes dias, a querida Nina Horta também publicou em seu facebook uma foto e falou sobre o assunto. Falou da modinha do momento e que ela aderiu, pintou também.

Nesta linha anti-stress, vale citar um brinquedo que serve para todas as idades, só que adaptado aos tempos modernos, o aplicativo lançado pelo MAM no segundo semestre de 2014.
Um aplicativo que é uma quebra-cabeça com as obras do acervo do Museu.
Boa opção que ainda nos ajuda a aprender mais sobre as obras e artistas.
Saiba mais no site do MAM aqui
Vou instalar o aplicativo e depois conto meu progresso no processo.

Ah! Se alguém souber de livros similares aqui no Brasil, por favor, me avise para que eu possa dar a informação. eu não encontrei.

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Se a Revista New Yorker fosse parisiense ela seria a “The Parisianer”

Se a New Yorker, conhecida publicação americana, fosse parisiense ela seria a The Parisianer!! A revista imaginária reuniu 100 artistas que foram convidados para criar uma capa para ela.

A ideia resultou em uma exposição em Paris, no mês de dezembro de 2013 e livro, que você pode comprar(pré-venda) na Amazon clicando aqui.

As capas ficaram muito interessantes, a Torre Eiffel foi campeã e apareceu bastante nas criações retratada de diferentes formas.

Qual a sua preferida?

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Vimos esta notícia no excelente site Conexão Paris.
No site TheParisianer você tem mais informaçøes sobre o projeto.

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Cantigas de Roda – Qual a sua preferida?

Cantigas de roda ou as cantigas populares fazem parte das nossas memórias e imfância, numa época em que ainda não tínhamos a galinha pintadinha.
Não sei bem como funciona este resgate nos tempos de hoje, se os pais ou os avós cantam estas cantigas para suas crianças, tem muitas que são poesias e deveriam ser repassadas.

Uma das que mais gosto me faz pensar nas ruas mais lindas que conheci,as que morei, as que me trazem lembranças felizes, aquelas em que caí(literalmente), aquelas em que eu moraria.

Penso nas ruas da minha história, as do meu coração, a que vejo da minha janela, as que vi da janela do quarto em viagens, aquelas que me fazem lembrar da minha infância…

Lembro da rua, que como em um filme, tem muita história num curto espaço de tempo. Tempo da adolescência, quando vivemos com tanta intensidade todos os momentos, que tudo parece uma eternidade.

Conversas, jogos, bicicletas, o muro que serve de banco para assuntos que vão até de madrugada.
A rua dos sonhos… aquela que eu mandaria ladrilhar se fosse minha, como na cantiga de roda…

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São Francisco, Califórnia – Mosaico Aillen Barr e Collett Crutcher

Se esta rua se esta rua fosse Minha
Eu mandava eu mandava ladrilhar
com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes
só prá ver só prá ver o meu amor passar

Nesta rua nesta rua tem um bosque
que se chama que se chama Solidão
dentro dele dentro dele mora um anjo
que roubou que roubou meu coração

Se eu roubei se eu roubei teu coração
tu roubaste tu roubaste o meu também
se eu roubei se eu roubei teu coração
é porque é porque te quero bem

E você? Qual é a sua cantiga preferida?

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A força da internet na cultura

Este post não é novidade, vocês já devem ter lido as duas notícias.
Eu que só consegui parar e olhar com mais atenção agora.
Dois momentos importantes pra arte dentro da internet: o primeiro aconteceu no mês de janeiro, com uma feira de arte que disponibilizou visitas on line, a VIP Art Fair, iniciativa pioneira, visando aproximar colecionadores e interessados no mundo inteiro com as 139 galerias que participaram, incluindo as galerias brasileiras Fortes Vilaça, Nara Roesler e Luisa Strina, nomes de peso.
Qualquer um podia ter acesso, bastando se cadastrar, mas este acesso era limitado, para saber mais ou comprar era necessário convite VIP, com custo de 100 dólares nos dois primeiros dias e 20 nos seguintes.
Você pagaria?

E outro grande, grande projeto do Google, (este livre e sem nenhum custo, entrem à vontade) lançado no dia 01 de fevereiro:

Google Art Project.


Com a tecnologia próxima ao Google Street View, aquele onde podemos ver a rua,  a casa, prédio que procuramos, seus vizinhos, redondeza, etc, só que dentro do museu. O projeto não vem pra substituir a visita pessoal, vem acrescentar, permitindo até a vizualização de detalhes que nem olhando a obra de perto conseguimos perceber, as fotos das obras estão em altíssima resolução, 7 bilhões de pixels!!Excelente ferramenta educacional, democratização no acesso e uma iniciativa  gigante Google. Logo teremos outros importantes como o Museu do  Louvre participando.
Acessa, passeia pelas galerias você também!

Olha os Museus que fazem parte:

Gemäldegalerie e Alte Nationalgalerie, de Berlim
MoMa e The Frick Collection, de Nova York
Freer Gallery of Art, de Washington
Museo Reina Sofia e Museo Thyssen, de Madri
Museum Kampa de Praga
The National Gallery de Londres
Palácio de Versailles da França
Rijksmuseum e Museu Van Gogh, de Amsterdã
Galeria Uffizi, de Florença
The State Hermitage Museum da Rússia

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Meu mundo colorido ou melhor o mundo de Murakami

O mundo colorido  deste post é de Takashi Murakami, artista japonês que nasceu em 1963, conhecido internacionalmente pela colaboração à Marc Jacobs na criação de produtos da marca de luxo,  Louis Vuitton.

Vi suas obras pela primeira vez no Museu do Brooklin, em Nova York  e mais recentemente no famoso Palácio de Versailles, exposição que terminou no dia 12 de dezembro de 2010. As obras foram inseridas no famoso palácio que no passado  teve Maria Antonieta por seus corredores e refletida em seus inúmeros espelhos.
Separei algumas fotos e começo com um dos trabalhos que eu mais gostei: uma enorme escultura dourada, de bronze, revestida com folhas de ouro.


Dava pra ver o brilho da peça de longe, longe, nos jardins do palácio.  Parecia até  que já fazia parte do contexto antigo, fazendo par com os portões dourados…

Esta exposição de Murakami, em Versailles, provocou polêmica na França, os mais conservadores não concordavam,  e na minha opinião bem superficial, a exposição que vi no Museu do Brooklin valorizou as obras, era possivel enxergar cada uma sem tanta interferência,  sem tanta gente, e para quem visita Versailles pela primeira vez, acredito ser mais interessante conhecer os aposentos sem as esculturas coloridas de Murakami, percorrendo os espaços como eram realmente, imaginando as cenas da história que aconteceram ali com os mesmos móveis, decoração, esculturas, telas, lustres e por aí vai o pensamento.

Mas como experimentar é preciso…

Importante lembrar que Takashi Murakami é muito mais do que sua colaboração à marca Louis Vuitton.

http://www.takashimurakami.com/

 

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Começando 2011

Meu ano virtual começa hoje.
Que seja um ano abençoado pra todos!!
Olhando para o alto e cuidando para não tropeçar muito.
Feliz 2011!!

Fotografia de Daniel Fontoura

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Amedeo Modigliani – um dos meus favoritos.

Amedeo Modigliani, artista plástico italiano, viveu em Paris e morreu muito jovem, com 36 anos,  de tuberculose. Jeanne, sua companheira logo depois da sua morte se atirou do quinto andar, grávida de nove meses.

História bem triste de um grande artista, um dos meus preferidos, pintor de rostos alongados e de olhos que expressam um “sorriso triste”.

Acho esta frase atribuída à Modigliani tão linda quanto suas telas!
” Quando conhecer sua alma pintarei seus olhos”.

Amedeo Modigliani, Jeanne Hébuterne Sitting, 1918 Private collection, Switzerland.

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