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Minhas dicas no Consuelo Blog

Post no Consueloblog com dicas (imperdíveis) minhas e da Consuelo de New York.
Passa lá e entra pra comentar!! O salotto é sempre uma festa!

É só clicar aqui

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Vista do Highline em New York. Mural assinado por nosso artista brasileiro Kobra.

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Análise da Obra: “O Remorso de Orestes” de Willian Adolphe Bouguereau por Luciene Felix Lamy

Começando o ano com mais uma incrível análise completa de Luciene Felix Lamy.
Vale a pena ler com calma e olhando cada parte da obra para entender bem todos os detalhes e o contexto da história.
Boa leitura! Aguardo os comentários!!

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“O Remorso de Orestes” de Willian Adolphe Bouguereau

Análise da Obra: “O remorso de Orestes” de William­ Adolphe Bouguereau

IMAGEM: Bouguereau.Orestes

LEGENDA DA IMAGEM: O remorso de Orestes (1862), de William­Adolphe Bouguereau (1825­

1905). The Chrysler Museum of Art, Nortfolk, Virgínia.

Bouguereau foi um talentosíssimo pintor do belo, do sublime, da meiguice e da docilidade (basta dar um “Google Imagens” para constatar que você sempre adorou sua arte). Mas nas poucas obras em que ousou retratar a violência, também o fez com maestria.

Na cena acima, observamos um rapaz desesperado, tapando os ouvidos enquanto é perseguido por três mulheres furiosas. Todas elas fixam o olhar sobre ele e apontam­-lhe o dedo indicador chamando a atenção do jovem para outra figura feminina desfalecida, apunhalada no coração.

Vestindo um dramático manto vermelho sobre um vestido branco, é a rainha Clitemnestra que acaba de ser assassinada pelo próprio filho, Orestes. A consciência não o deixa em paz!

Ainda no retrato desse drama, constatamos o vigor de quatro corpos em movimento, em contraste com um outro corpo paralisado. Observem que as Erínias (também conhecidas como as três parcas, as moiras, as tecelãs, as Fúrias) possuem cabelos de serpentes. Desfiguradas, suas faces exprimem ódio, indignação e ameaça. Uma delas ostenta uma serpente bem grande como se fosse um chicote, enquanto a outra porta um archote.

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Eruditos, os artistas doutrora prezavam muito a cultura clássica e, como não podia deixar de ser, para compreender os meandros da psique humana, debruçavam­- se sobre os tragediógrafos gregos.

Bouguereau demonstra profunda familiaridade com a tragédia de Ésquilo, intitulada “Eumênides” (548 a.C.), pois o tema retratado nesse quadro é o ato mais aviltante que se pode cometer: o assassínio da própria mãe, o nefasto crime de matricídio.

Para que a fruição, a contemplação dessa obra magistral seja ainda mais completa, perscrutemos por que esse rapaz ousou matar a própria mãe e como a cena retrata a transição do matriarcado para o patriarcado.

A mando do deus Apolo (Sol), o rapaz foi “autorizado” a matar a mãe para vingar a morte do pai.Sim, a mãe de Orestes, Clitemnestra assassinou o marido, o lendário rei de Esparta, Agamêmnon, por ter sacrificado sua primogênita, Ifigênia para conseguir bons ventos e partir para a conquista de Troia.

Historicamente falando, tanto a arte literária quanto a pictórica revela a superação das leis mais antigas (matriarcado) pela nova lei (o patriarcado).

O crime será presidido por Athena que, durante o julgamento de Orestes, no Areópago de Ares(onde eram julgados os crimes de sangue), proferirá seu famoso “voto de Minerva” (nome romano de Athena), desempatando o veredicto do juri.

Para a religião arcaica (cerca de 1.200 a.C.), quem derrama sangue materno ofende e viola o direito inexorável da terra­mãe.

As Erínias, também conhecidas como “As Fúrias”, a vingança, nascidas do sangue que jorrou dos órgãos genitais de Urano (Ouranós, os Céus), ceifado por seu filho Chronos (o tempo, Saturno para os romanos), perseguiriam e não deixariam impune o mais aviltante crime contra a própria natureza. Para esta cultura só existe um laço sagrado: o de mãe e filho.

Retomando o desenrolar da machina fatalis: Agamêmnon sacrifica a filha Ifigênia, é assassinado pela mulher Clitemnestra e vingado pelo filho Orestes, por ordem expressa do deus Apolo.

Apavorado com as Erínias sob seu encalço, Orestes procura abrigo no templo da deusa da Justiça.
Abraçado aos pés da estátua de Palas Athena, suplica por um julgamento e, contando com a pronta defesa do deus da harmonia Apolo, anseia por acolher o veredicto que vier.

Uma mudança não se dá sem luta. Chega o inadiável momento em que se travará o definitivo embate entre: a) de um lado, as catatônicas forças das profundezas da terra, a natureza germinadora, das trevas subterrâneas do Hades, personificações antropomórficas (que o homem constrói imageticamente à sua semelhança) dessas potências (as Erínias representam o matriarcado) e; b) do outro, o dia claro da razão, a nova luz do Olimpo presidido agora por Zeus, o lógos que se impõe à instauração da política humana que se assenta em Diké, a lei da pólis (Apolo e Palas Athena, arautos da nova ordem que representam o patriarcado).

Todo processo de julgamento de Orestes procedem cerimoniosamente como o instituímos até hoje, mais de vinte e cinco séculos depois: apresenta­-se o réu e a denúncia, o advogado de defesa (Apolo) e as acusadoras (as Eríneas), o júri (doze atenienses) e a juíza (Palas Athena).

Quando Orestes indaga ao coro porque as Erínias não perseguiram sua mãe Clitemnestra ao matar seu pai, este afirma não ter sido cometido crime contra o sangue, ao que ele prontamente indaga: “e eu seria, por acaso, do sangue de minha mãe?” Indignadas, as Erínias perguntam: “Não foi ela, assassino, quem te alimentou em seu seio? Renegas o dulcíssimo sangue materno?”.

Para o matriarcado, o pai, seja ele quem for, apenas deposita a semente na mulher, como um lavrador anônimo que semeia a terra, verdadeira fonte de tudo o que brota
.

Já para o patriarcado, a mulher é, assim como a terra, apenas depositária da semente, sendo, portanto, o pai o grande responsável pelo que brota, enquanto a mãe, matriz fria e passiva, não
gera, apenas alimenta o germe nela semeado.

O argumento apresentado na defesa de Orestes por Apolo alude ao nascimento da juíza Palas Athena, ela mesma gestada nas meninges de Zeus e parida pela machadada certeira do ferreiro divino Hefestos(Vulcano para os romanos).

Iradas com Apolo, as Erínias vociferam e ameaçam: “Tu jovem deus, esmagas nossa velhice, mas aguardo a sentença e contenho até lá minha cólera contra a cidade”.

Enquanto os doze cidadãos atenienses depositam seus votos na urna, a deusa da Justiça esclarece: “Serei a última a pronunciar o voto. E os somarei aos favoráveis a Orestes. Nasci sem ter passado por ventre materno; meu ânimo sempre foi a favor dos homens, à exceção do casamento; apoio o pai. Logo, não tenho preocupação maior com uma esposa que matou o seu marido, o guardião do lar; para que Orestes vença, basta que os votos se dividam igualmente”.

Faz­-se silêncio. Diante da ansiedade de todos os presentes, uma pausa. A deusa dá seu veredicto “Este homem está absolvido do crime de matricídio porque o número de votos é igual dos dois
lados”. Há em jogo algo mais relevante neste tribunal in dubio pro reo, neste tribunal da justiça e não da vingança.

Com o “voto de Minerva” dá­-se o estabelecimento da supremacia da luz do lógos sobre as “Fúrias”, forças ctônicas da natureza. O pai, guardião do lar e não a mãe, tem a prioridade do direito que procede de Zeus, pai de ambos, Apolo e Palas Athena. Estes são os novos deuses, os do Olimpo, com suas novas leis.

Sobre o inconformismo das imortais Erínias, habitantes das entranhas da matéria, elas, filhas da noite, que originam toda espécie de vida “detentoras do nascer e do morrer, os dois pontos finais entre os quais, segundo Platão, move­sse a trajetória de todas as coisas”, vaticinam sérias ameaças à cidade de Atenas.

A sapientíssima juíza, gestada na cabeça (razão) de Zeus, graças à arte da retórica, conteve as “Fúrias”com incomensurável empenho.
Reconhecendo seus poderes, prometendo- ­lhes mansões e templos dignos, tem seu voto de desempate acolhido pelas Eríneas que passam a ser reverenciadas em Atenas e a ser chamadas “Eumênides”: as benevolentes (daí o título da obra). Quem mais senão a diplomática Palas Athena, com seus lúcidos e irrefutáveis argumentos para aplacá­las?

Por não vivermos mais numa sociedade exclusivamente agrária, governada e endeusadora da terra e da fertilidade, por termos agora que estabelecer novas leis conciliatórias sobre a violência que nasce da vingança dos crimes de sangue, do “sanguine coniunctae” que dizimava famílias inteiras na Hélade, o direito ao julgamento, a política da pólis se impõe: Vitória do Lógos!

Elementar que a contagem de votos tenha empatado: o filho é do pai tanto quanto também é da mãe. Superada a fúria cega das forças brutas, indiscriminadamente germinadoras, caberá à pólis, pela primazia da ratio, deter o caos e instaurar uma nova ordem. Poder germinador da terra, dom e graça das Mães. Mas, para que não haja desequilíbrio, constatamos que não é mais sábio (Palas Athena)nem harmonioso (Apolo) que o exerçam sozinhas, quando antes da pólis.

Do ventre das férteis Erínias de nosso solo ainda proliferam frágeis e desamparadas sementes de irresponsáveis(posto que ausentes)lavradores anônimos. São as crias da escuridão e da injustiça, distantes da justiça de Athena, da luz de Apolo.

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Quer ver o Papa Francisco?

Recebi este convite, uma exposição super inusitada!
Papa Francisco no Museu de Arte Sacra.
Até aí, nada de inusitado.
Agora exposição de que? Ah! Agora sim a surpresa, exposição de caricaturas, e caricaturas do Papa Francisco! Os desenhos exploram uma de suas características mais marcantes, o sorriso!
Então, vamos lá ver o Papa?
A abertura é na sexta feira dia 14 de março.

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Caricaturas do Papa Francisco em exposição inédita no Museu de Arte Sacra de São Paulo

O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura, exibe O Papa Sorriu, com curadoria de Rafael Alberto Alves. A mostra conta com 38 caricaturas feitas por 38 cartunistas brasileiros e estrangeiros, e tem como intenção homenagear o Papa Francisco, o qual completa um ano de papado, mostrando simplicidade e bom humor no trato com todas as pessoas, fato evidenciado na ocasião de sua visita ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, em 2013.

Impressionados com os sorrisos e abraços distribuídos pelo Papa, especialmente com os jovens, um grupo de cartunistas reuniu diversas obras que retratam o Pontífice e toda sua simpatia para com o povo. O resultado foi a publicação do livro intitulado O Papa Sorriu, entregue pessoalmente ao Papa Francisco pelo Arcebispo metropolitano de São Paulo, Dom Odilo Scherer, no início de 2014. Agora, alguns desses trabalhos ocupam as paredes do MAS/SP em exposição inédita: “Para nós, demonstra que fazemos sim arte. É a primeira vez que caricaturas entram em um museu de arte sacra. Parabéns a todos que acreditaram em mais essa empreitada de nossas flash expo”, comenta José Alberto Lovetro, Presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.


Com traços característicos acentuados, os artistas criam desenhos de certa forma cômicos, que provocam todos os tipos de reação nos espectadores
, desde a surpresa até a ternura. Entre os nomes de destaque, a mostra exibe trabalhos de artistas conhecidos nacionalmente, como Baptistão, Carlos Amorim, Gilmar Fraga, Gustavo Paffaro, J. Bosco, Junior Lopes, Luiz Carlos Fernandes, Mônica Fuchshuber, Omar Figueroa Turcius, Quinho, Sergio Morettini e William Medeiros.


Nas palavras de José Carlos Marçal de Barros, Diretor Executivo do MAS/SP: “Nas crônicas políticas e sociais, a caricatura constitui uma das mais aguçadas formas de expressão. Nada parece escapar aos olhos do caricaturista, cujo poder de síntese revela um invejável conhecimento sobre a realidade e sobre o ser humano
.”

Exposição: O Papa Sorriu
Cartunistas: Alan Souto Maior, Alex Souza, Ariel Silva, Baptistão, Benjamim Cafalli, Bira Dantas, Bruno Honda Leite, Carlos Amorim, Claudio Duarte, Ed Carlos Joaquim, Eder Santos, Elihu Duayer, Fredson Silva, Gilmar Fraga, Gustavo Paffaro, J. Bosco, Jorge Barreto, José Alberto Lovetro, Junior Lopes, Luiz Carlos Altoé, Luiz Carlos Fernandes, Mello Cartunista, Mônica Fuchshuber, Nei Lima, Omar Figueroa Turcio, Paolino Lombardi, Quinho, Renato Stegun, Ricardo Soares, Rice Araujo, Rodrigo Brum, Sergio Mas, Sergio Raul Morettini, Seri Ribeiro Lemos, Vicente Bernabeu, Wal Alves, William Martins Ribeiro, William Medeiros
Curadoria: Rafael Alberto Alves
Abertura: 14 de março de 2014, sexta-feira, às 19h
Período: 15 de março a 30 de abril de 2014
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326-5393 – visitas monitoradas
Horário: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados

Eu acho a arte da caricatura muito interessante, principalmente aqueles que fazem ao vivo.
Em poucos minutos, o artista te olha, emxerga o que mais se sobressai no seu rosto, no seu jeito e te desenha. Nem sempre gostamos, porque, normalmente, nos enxergamos diferente.
Logo, logo, mostro a minha aqui!

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Exposição David Bowie no MIS

Tem post meu no Consueloblog sobre a exposição do incrível David Bowie no MIS, em São Paulo.
Passa por lá e depois volta pra cá!

http://www.consueloblog.com/david-bowie-em-expo-em-sao-paulo

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Exposição:
31janeiro à 20 de abril
terças a sextas, das 12h às 21h; sábados, das 11h às 23h; domingos e feriados, das 11 às 20h

MIS – Museu da Imagem e do Som
Av Europa 158 Jd Europa São Paulo SP

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Presépios por Tânia Sciacco no Consueloblog

Hoje o assunto no Consueloblog é sobre Presépio e Esperança!
Passa lá e entra na conversa!

http://www.consueloblog.com/presepios-por-tania-sciacco/

Olha só uma prévia do que você vai ver:

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Por Jóia Bergamo foto Sonia Balady

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E o meu preferido! Família japonesa representando a família sagrada. Lindo!

Tem muito mais!!
Espero seu comentário e foto do seu presépio ou de algum que te encante na rua, em uma loja, na casa de um amigo ou parente!

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Se essa rua, se essa rua fosse minha…

E não é? “A rua é nossa, a rua é de todos nós” foi uma das  exposições mais interessantes que vi em 2010, no  MUDE, Museu de Moda em Lisboa.
Através de muitas fotos,  frases, perguntas, maquetes  de ruas próximas ao ideal,  fotos de projetos realizados, desenhos de outros e um vídeo,  a montagem ia provocando uma reflexão sobre o papel da rua na nossa vida e como este papel foi se modificando nos centros urbanos.

Quem em tempos saudosos  não aproveitou muito a rua, andando de bicicleta, pulando corda, jogando bola, conversando no portão? A rua era realmente nossa, hoje os tempos mudaram e temos que redescobrir o que significa a rua de todos nós.

Rua Augusta em Lisboa por Daniel Fontoura. Linda foto, linda rua!

Dá pra saber mais no site do projeto, clicando aqui.

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A força da internet na cultura

Este post não é novidade, vocês já devem ter lido as duas notícias.
Eu que só consegui parar e olhar com mais atenção agora.
Dois momentos importantes pra arte dentro da internet: o primeiro aconteceu no mês de janeiro, com uma feira de arte que disponibilizou visitas on line, a VIP Art Fair, iniciativa pioneira, visando aproximar colecionadores e interessados no mundo inteiro com as 139 galerias que participaram, incluindo as galerias brasileiras Fortes Vilaça, Nara Roesler e Luisa Strina, nomes de peso.
Qualquer um podia ter acesso, bastando se cadastrar, mas este acesso era limitado, para saber mais ou comprar era necessário convite VIP, com custo de 100 dólares nos dois primeiros dias e 20 nos seguintes.
Você pagaria?

E outro grande, grande projeto do Google, (este livre e sem nenhum custo, entrem à vontade) lançado no dia 01 de fevereiro:

Google Art Project.


Com a tecnologia próxima ao Google Street View, aquele onde podemos ver a rua,  a casa, prédio que procuramos, seus vizinhos, redondeza, etc, só que dentro do museu. O projeto não vem pra substituir a visita pessoal, vem acrescentar, permitindo até a vizualização de detalhes que nem olhando a obra de perto conseguimos perceber, as fotos das obras estão em altíssima resolução, 7 bilhões de pixels!!Excelente ferramenta educacional, democratização no acesso e uma iniciativa  gigante Google. Logo teremos outros importantes como o Museu do  Louvre participando.
Acessa, passeia pelas galerias você também!

Olha os Museus que fazem parte:

Gemäldegalerie e Alte Nationalgalerie, de Berlim
MoMa e The Frick Collection, de Nova York
Freer Gallery of Art, de Washington
Museo Reina Sofia e Museo Thyssen, de Madri
Museum Kampa de Praga
The National Gallery de Londres
Palácio de Versailles da França
Rijksmuseum e Museu Van Gogh, de Amsterdã
Galeria Uffizi, de Florença
The State Hermitage Museum da Rússia

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