Monthly Archives: May 2014

A Arte que vem dos céus! Avião da Gol by OsGemeos

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Vivemos ou não vivemos em uma época de customização? São artistas e mais artistas aplicando a sua linguagem em objetos que fazem parte de nossa vida e os transformando em obras de arte.

Chegou a vez de um avião, um 737 da Gol, que será utilizado para transportar a seleção brasileira.
Depois deste período de copa do mundo funcionará normalmente transportando passageiros comuns.

Simbolizando e representando uma diversidade de pessoas e também o lúdico desejo de andar nas nuvens, a arte de Gustavo e Otávio Pandolfo permanecerá na aeronave por dois anos.

O projeto que seria finalizado em quinze dias, ficou pronto em uma semana.

Como sou fã de carteirinha da dupla, gostei muito, e quero andar neste avião!!

E você, o que achou?
Fonte: Uol

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Wrap dress by Diane Von Furstenberg no Shopping JK

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Ontem fomos à este delicioso evento no shopping Jk, o convite veio através da querida Consuelo Blocker.
O famoso vestido criado pela estilista Diane Von Furstenberg nos anos 70, inspirado nas roupas das bailarinas, completa 40 anos e este foi um dos motivos do evento, além do lançamento do site em português da marca, para que as brasileiras façam parte das comemorações participando.

O modelo wrapdress vestiu e continua vestindo gerações, de anônimas a famosas, de magrinhas a cheinhas com muito estilo e praticidade.

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Exposição em Los Angeles, Journey of a dress.

Quem usa:

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Diane Von Furstemberg
Diane Simone Michelle Halfin nasceu em uma família judaica de classe média alta. Seu pai, Leon Halfin, nascido na Romênia e de nacionalidade russa, passou a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) na Suíça. Sua mãe, Liliane Nahmias, de nacionalidade grega, foi uma sobrevivente do Holocausto. Dezoite meses antes de Diane nascer, sua mãe foi enviada para Auschwitz.

Tendo estudado Economia na Universidade de Genebra.

Aos dezoito anos, Diane conheceu o príncipe Egon von Fürstenberg (1946-2004), o filho mais velho do príncipe Tassilo von Fürstenberg, membro da Casa de Fürstenberg e, como tal, da alta nobreza alemã, e de Clara Agnelli, uma herdeira da Fiat, cuja família tem ascendência na nobreza italiana. Eles se casaram em 1969 e tiveram dois filhos, o príncipe Alexander von Fürstenberg (que nasceu seis meses depois do casamento1 ) e a princesa Tatiana von Fürstenberg, que nasceu em Nova York. Hoje, é avó de três netos.

O casamento dos Fürstenberg, embora não fosse feliz e bem aceito pela família do noivo por causa da religião da noiva, foi considerado dinástico e, por isso, Diane recebeu o título de princesa von Fürstenberg, de acordo com o livro Manual Genealógico dos Nobres (alemães): Casas Principescas (em alemão: Genealogisches Handbuch Des Adels: Fürstliche Häuser). Egon e Diane divorciaram-se em 1972. Desde então, ela não tem mais o título nobiliárquico de princesa von Fürstenberg, mas pode usar o nome, como o faz em sua profissão.

Criou o icônico vestido wrap dress inspirado nas malhas das bailarinas. Primeiro blusa e saia e depois transformou em vestido.
Vendeu milhões de vestidos alcançando total independência financeira e foi assunto para muitas matérias em revistas conceituadas.
Em comemoração aos 40 anos da marca realizou diversos eventos e estão programados outros, como o lançamento de um livro no segundo semestre de 2014.

Fonte: wikipedia

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Show do One Direction – eu fui

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Amigos, é verdade, eu fui.
Fui no show do One Direction no estádio do Morumbi.
Cheguei cedo. Fiquei na fila. Esperei.
Sou tia de fã e tia tem que comparecer, acompanhar.
Gostaria de ser uma tia que meus sobrinhos se lembrassem com saudade e por este motivo estou tentando ser companheira, enfrentar fila, esperar horas…

Mas preciso contar pra vocês que gostei. Gostei do show, gostei de ver a paixão das meninas por aqueles meninos da banda, gostei de ver pais e mães acompanhando seus filhos adolescentes…

Acho que me emocionei também, porque me lembrei como é maravilhoso ser jovem, ter ilusões, amar algo desesperadamente como se o mundo fosse acabar naquele dia.
Como cantar bem alto, sem pensar em mais nada dá uma sensação incrível e como aquele momento é sempre o nosso dia mais feliz, porque estamos no lugar em que sonhamos estar.

Queridos, hoje é só pra falar do que é bom e não dos perigos da idolatria ok?

As meninas cantavam, gritavam com toda a sua força, se emocionavam, choravam.
E eu lá!
Segui a mestra: o que minha sobrinha fazia, eu fazia.
Gritava, eu gritava. Dançava, eu dançava. Balançava os balões verde e amarelo, eu balançava. Hahaahah
Só cantar que não cantei, porque não sabia as letras.
Ah! Cantei sim. Uma música que a banda de abertura tocou: ” O amor, é o calor, que aquece a sua alma!!!

Foi muito bom!
Obrigada minha querida sobrinha Carol!
Já tenho o meu preferido!
You and I
Lá no Morumbi

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